
1) Quais são as suas aprovações (cargos e colocação)?
Dos concursos que prestei, fiquei dentro do número de vagas e fui nomeado em 6 deles: 3º lugar no cargo de Analista de Aplicação de TIC na Agência de Tecnologia da Informação de Pernambuco (ATI-PE) em 2012, 19º lugar no cargo de Analista Judiciário em Desenvolvimento de Sistemas no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) em 2012, 3º lugar no cargo de Técnico de Tecnologia da Informação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em 2012, 1º lugar no cargo de Analista de Sistemas no DETRAN-PB em 2013, 27º lugar no cargo de Analista em Tecnologia da Informação no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) em 2013 e agora, por último, em 46º lugar no cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU).
Em 12 concursos fui aprovado fora do número de vagas e fiquei no cadastro de reserva. Dentre esses, destaco alguns: 11º lugar no cargo de Analista Administrativo - Área 4 na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em 2012, 16º lugar no cargo de Analista Judiciário - Tecnologia da Informação no Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-PB) em 2014 e 14º lugar no cargo de Analista Judiciário - Análise de Sistemas no Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 2017.
2) Qual sua formação e por que decidiu estudar para concursos? Fique à vontade para nos falar de sua história.
Sou Mestre em Informática pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Graduado em Ciência da Computação também pela UFPB. Possuo também especialização em Desenvolvimento de Software pelo Centro de Informática da UFPE em parceria com o C.E.S.A.R e a Motorola Industrial LTDA.
Nunca trabalhei com carteira assinada (CLT). Apenas fiz estágios em empresas privadas durante e ao final da minha Graduação. Na maior parte do tempo, me dediquei muito à carreira acadêmica, participando de projetos de pesquisa, escrevendo artigos científicos etc.
Meu primeiro concurso foi o da Dataprev em 2008 quando estava fazendo a especialização em Recife/PE. Na época, nem pensava sobre o assunto e nunca tinha parado para estudar especificamente para uma prova de concurso público. Fiz minha inscrição apenas porque meus colegas me incentivaram. Claro que não me sai bem...
Depois dessa especialização, voltei para minha cidade natal (João Pessoa/PB) e fiz 2 anos de Mestrado (2009 a 2011). Não fiz nenhum concurso nesse período, pois me dediquei exclusivamente ao Mestrado. Quando defendi em 2011, estava bastante saturado do ambiente acadêmico. Percebi que não era o lugar que gostaria de seguir carreira. Assim, voltei a pensar em concursos.
3) Há quanto tempo estuda para concursos? Quantas horas por dia você estudava?
Os anos em que mais me dediquei aos concursos foram entre 2011 e 2013. Depois que assumi o cargo de Analista Judiciário no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) em 2013, diminuí o ritmo de estudos e só fazia concursos esporadicamente. O último havia sido do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 2017.
Atualmente sou casado com uma esposa maravilhosa desde 2016 e tenho uma filha linda de 2 anos e meio. Quando saiu a autorização para o concurso da CGU, minha esposa me incentivou bastante a fazê-lo. Então, voltei aos estudos e iniciei minha preparação em setembro de 2021.
Para este concurso da CGU, durante a semana fiquei estudando uma média de 3 horas líquidas no pré-edital (entre setembro e dezembro de 2021) e, no pós-edital, aumentei um pouco o ritmo e fazia entre 6 e 7 horas líquidas. Porém, nos finais de semanas, apenas fazia algumas revisões lendo meus resumos ou resoluções de questões no Tecconcursos.
4) Qual a importância da resolução de questões na sua preparação? Como o Tec te ajudou nessa tarefa?
Depois que terminava de estudar um assunto específico do edital, respondia diversas questões pelo Tec Concursos. A forma de organizar as questões por pastas e cadernos, as resoluções dos professores, além das diversas ferramentas de busca e filtragem das questões foi primordial. Eu possuía uma assinatura em mais 2 sites de questões, mas acabei utilizando apenas o Tec na minha preparação para a CGU. Achava muito mais fácil de utilizar, com uma usabilidade excelente. Assim, meus estudos ficaram muito mais eficientes.
5) Recado aos demais concurseiros e considerações finais.
Quem persiste nos estudos para concursos, de forma organizada e responsável, conseguirá uma aprovação certamente.
Acredito que o essencial é você encontrar a melhor forma de estudar de acordo com o seu ritmo pessoal. No início, realmente você testa várias estratégias diferentes, mas depois vai entendendo melhor o seu perfil e ganhando mais confiança. O corpo vai se acostumando a absorver mais conhecimento a cada dia.
Uma coisa importantíssima nesse processo é o descanso. Não ultrapasse o limite do seu corpo e da sua mente. Se estiver cansado, pare. Pode ter certeza que isso fará toda a diferença! Para a maioria das pessoas, o estudo para concursos é uma rotina longa e cansativa, que pode levar alguns anos até você passar no concurso em que realmente almeja. Então, se preocupar com sua saúde é essencial para suportar essa jornada de forma mais tranquila.